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Vivemos tempos únicos em que a regra é o resguardo social e que as pessoas se mantenham em casa, devido à pandemia Covid-19. Exactamente por estes serem tempos únicos, a Direcção-Geral de Saúde (DGS) veio agora anunciar grupos prioritários no programa de vacinação nacional. A DGS alerta também que se mantém a necessidade de vacinar as crianças e que tal não deve ser descurado.

Em comunicado, a DGS recorda que “a vacinação no âmbito do Programa Nacional de Vacinação (PNV) é uma medida de saúde pública prioritária, uma vez que previne doenças como o sarampo, a tosse convulsa, o tétano, doenças muito graves como a meningite, por 13 tipos de pneumococo, por meningocco C e por Haemophilus influenzae b”.

No mesmo comunicado, a DGS define que a título temporário as prioridades de vacinação são as seguintes: “vacinação recomendada até aos 12 meses de idade, inclusive. Aos 12 meses, as vacinas contra o meningococo C e contra o sarampo, papeira e rubéola são muito importantes. Às crianças que têm estas vacinas em atraso, recomenda-se a vacinação o mais brevemente possível. Vacinação BCG das crianças com risco identificado de tuberculose grave, de acordo com Norma da DGS. Vacinação de doentes crónicos e outros grupos de risco no âmbito do PNV”.

Já as mulheres grávidas, “devem procurar activamente a vacinação contra a tosse convulsa, que tem como objectivo a protecção do bebé nos primeiros meses de vida. A vacinação poderá ser adiada, mas nunca além das 28 a 32 semanas de gestação”.